sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Cantos para Missa

Cantos para Junho 


















 



CANTOS DO TEMPO COMUM ANO A MÊS DE SETEMBRO
                         
                                                             
                                                                  
SENHOR  FAZEI- ME  INSTRUMENTO DE VOSSA PAZ!

                                                                      Paróquia São Francisco de Assis



1. CANTO DE ABERTURA  
CD ACOLHENDO A PALAVRA
 Abre Senhor nossos lábios,/ pra que nossa boca te cante,/ eternamente os Teus louvores,/ em tons e acordes vibrantes.
1. Tu és Senhor o caminho,/ que os nossos passos conduz./ queremos que a Tua Palavra,/ nas trevas pra nós seja Luz.
2. Tu és Senhor a verdade,/ em quem professamos a crença,/ queremos que a Tua Palavra,/ do teu grande amor nos convença.
3. Tu és Senhor plena vida,/ a qual nós devemos viver./ queremos que a Tua Palavra,/ em nós possa permanecer.
2. CANTO DE ABERTURA-EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ
1. Bendita e louvada seja no céu a divina luz. /: E nós também cá na terra, louvemos a Santa Cruz.:/
2. Os céus cantam a vitória de Nosso Senhor Jesus. /:Cantemos também na terra, louvores à Santa Cruz.:/
3. Sustenta gloriosamente nos braços o bom Jesus. /:Sinal de esperança e vida o lenho da Santa Cruz.:/ 4. Humildes e confiantes levemos a nossa cruz, /:seguindo sublime exemplo de Nosso Senhor Jesus.:/
5. Cordeiro imaculado, por todos morreu Jesus; /:pagando as nossas culpas, é rei pela sua Cruz.:/ -
3. ATO PENITENCIAL!
Senhor que vieste salvar. Os corações arrependidos.
Piedade, Piedade, Piedade de nós.(BIS)
Ó Cristo, que vieste chamar. Os pecadores humilhados.
Senhor que intercedei por nós. Junto a Deus pai, que nos perdoa.

4,  GLÓRIA


1. Glória a Deus nos altos céus! Paz na terra seus amados. A vós louvam, Rei celeste, Os que foram libertados 
Glória a Deus lá nos céus.  E paz aos seus Amém 
2. Deus e Pai, nós vos louvamos, Adoramos, bendizemos. Damos glória ao vosso nome, Vossos dons agradecemos. 
3. Senhor nosso, Jesus Cristo, Unigênito do Pai, 
 Vós, de Deus Cordeiro Santo, Nossas culpas perdoai.   
4. Vós, que estais junto do Pai, Como nosso Intercessor, 
Acolhei nossos pedidos, Atendei nosso clamor. 
5. Vós somente sois o Santo, O Altíssimo, o Senhor, 
Com o Espírito Divino, De Deus Pai no esplendor.

SALMO RESPONSORIAL
Salmo. 94(95) – Não fecheis o coração; ouvi, hoje, a voz de Deus.

Salmo. 77(78) – Das obras do Senhor, ó meu povo, não te esqueça!

Salmo. 144(145) – O Senhor está perto da pessoa que o invoca!

Salmo. 24(25) – Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura e compaixão!                   
5. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
23º  DOMINGO
Aleluia, aleluia, aleluia.
O Senhor reconciliou o mundo em Cristo, confiando-nos sua palavra, a palavra da reconciliação, a palavra que hoje, aqui, nos salva!
DOMINGO – EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ
Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos, porque pela cruz remistes o mundo!
25º DOMINGO
Vinde abrir o nosso coração, Senhor; ó Senhor, abri o nosso coração, e então do vosso filho a palavra poderemos acolher com muito amor!
26º DOMINGO 
Minhas ovelhas escutam a minha voz, minha voz estão elas a escutar; eu conheço, então, minhas ovelhas, que me seguem, comigo a caminhar!
6.- OFERTÓRIO. 
1. As mesmas mãos que plantaram a semente
aqui estão. O mesmo pão que a mulher preparou
aqui esta. O vinho novo que a uva sangrou jorrará no nosso altar.
A liberdade haverá, a igualdade haverá;
e nessa festa, onde a gente é irmão,
o Deus da vida se faz comunhão. (bis)
2. Na flor do altar o sonho da paz mundial. A luz
acesa é a fé que palpita hoje em nós. Do livro
aberto o amor se derrama total no nosso altar.
3. Bendito sejam os frutos da terra de Deus.
Bendito sejam o trabalho e a nossa união.
Bendito seja Jesus, que conosco estará além
do altar.


7- SANTO CD PARTES FIXAS DA MISSA FX.23
 
Santo, Santo, Santo/ Senhor Deus do universo/
O céu e a terra proclamam a vossa glória/
Hosana nas alturas! Bendito o que vem/ em nome do Senhor/Hosana nas alturas, / Hosana nas alturas ! 
8.COMUNHÃO–23º DOMINGO

1. Todo aquele que comer/ do meu corpo que é doado,/ todo aquele que beber/ do meu sangue derramado./ e crê nas minhas palavras/ que são plenas de vida,/ nunca mais sentirá fome/ e nem sede em sua lida.
Eis que sou o Pão da vida,/ eis que Sou o Pão do céu;/ Faço-me vossa comida, Eu sou mais que leite e mel.
2. O meu corpo e meu sangue/ são sublimes alimentos/ do fraco indigente é vigor,/ do faminto é o sustento./ do aflito é consolo,/ do enfermo é a unção,/ do pequeno e excluído,/ rocha viva e proteção.
3. Eu sou o Caminho, a Vida,/ água viva e a verdade,/ Sou a paz e a luz do mundo,/ Sou a própria liberdade./ Sou a Palavra do Pai/ que entre vós habitou,/ para que vós habiteis/ na trindade onde estou.
4. Eu Sou a Palavra viva/ que sai da boca de Deus,/ Sou a lâmpada para guiar/ vossos passos, irmãos meus./ Sou o rio, eu sou a ponte,/ Sou a brisa que afaga,/ Sou a água, Sou a fonte,/ fogo que não se apaga.
9. COMUNHÃO – EXALTAÇÃO DA CRUZ
Prova de amor maior não há que doar a vida pelo irmão!
1.Eis que eu vos dou um novo Mandamento:
"Amai-vos uns aos outros como Eu vos tenho amado"
2.Vós sereis os meus amigos se seguirdes meu preceito: "Amai-vos uns aos outros como Eu vos tenho amado"
3.Permanecei em meu amor e segui meu mandamento: "Amai-vos uns aos outros como Eu vos tenho amado"
4. E chegando a minha Páscoa, vos amei até o fim:
"Amai-vos uns aos outros como Eu vos tenho amado"
5. Nisto todos saberão que vós sois os meus discípulos:  "Amai-vos uns aos outros como Eu vos tenho amado"
10.COMUNHÃO–25º e 26º DOMINGO
1."Venham trabalhar na minha vinha", dilatar meu reino entre as nações Convidar meu povo ao banquete, quero habitar nos corações.
Unidos pela força da oração, ungidos pelo espírito da missão
Vamos juntos construir uma igreja em ação
2."Venham trabalhar na minha vinha", espalhar na terra o meu amor
Muitos não conhecem a Boa Nova, vivem como ovelhas sem pastor
3."Venham trabalhar na minha vinha", com fervor meu nome proclamar
Que ninguém se queixe ao fim do dia, ninguém me chamou a trabalhar
11.. CANTO DE ENVIO.
1. Salve ó Francisco que dos pés das fragas vens assinalado das sagradas chagas.
Cheio de amor, cheio de amor. As chagas trazes do Salvador.
2. Naquelas alturas, ásperas ermidas, em ti santas chagas foram esculpidas.
3. Quando tu oravas, com grande ardor. Quando tu choravas, com grande esplendor.
4. E a ti olhando, o nome eterno encheu-te a alma, de amor supremo.
5. De tuas grandezas, tu tens o zelo igual ao Cristo, és modelo.
12.. CANTO DE ENVIO.
CD ACOLHENDO A PALAVRA

1. Agora que a missa termina,/ começa então nossa missão./ a Palavra de Deus nos ensina/ e nos aponta a direção:/ Sejamos comunicadores,/ a bíblia é comunicação!
Vamos, vamos comunicar,/ que o amor de Deus é revelação,/ vamos, vamos testemunhar,/ que a Bíblia é comunicação!
2. Repletos do amor do Senhor,/ de sua Palavra e seu pão,/ fiéis comuniquemos o amor,/ pois Deus se faz comunicação./ testemunharemos com ardor,/ pois essa é a nossa missão.
ORAÇÃO VOCACIONAL


Senhor da messe e pastor do rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos o teu forte e suave convite: "Vem e segue-me"! Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho e generosidade para seguir a tua voz.  Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta as nossas comunidades para a missão. Ensina a nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino, na vida consagrada e religiosa. Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade dos nossos bispos, padres e ministros. Dá perseverança aos nossos seminaristas. Desperta o coração dos nossos jovens para o ministério pastoral na tua Igreja. 
Senhor da messe e pastor do rebanho, chama-nos para o serviço do teu povo. Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder "sim". Ámém.
Click na Palavra Baixar. Será preciso estar com o facebook aberto!

Entrada: Te Ès Senhor Baixar!

Ato PEnitencial: Baixar!

Exaltação da Santa Cruz Baixar!

Glória: Baixar!

Ofertório: Baixar!

Comunhão: Baixar!

Santo: Baixar! 

Comunhão para Exaltação da Cruz: Baixar!

Comunhão 25º e 26º Domingo: Baixar!

Hino de São Francisco: Baixar! 









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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Novena de São Francisco de 25 de setembro à 04 de Outubro

Este ano teremos uma surpresa, convidamos os devotos de São Francisco para um café da manhã que estamos programando para os pobres. em breve mais informações.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Papa nomeia arcebispo para o Ordinariado Militar do Brasil

O papa Francisco nomeou hoje, 6, dom Fernando José Monteiro Guimarães como arcebispo do Ordinariado Militar do Brasil, com sede em Brasília (DF), transferindo-o da diocese de Garanhuns (PE). O papa acolheu o pedido de renúncia de dom Osvino José Both, aos 76 anos, conforme prevê o cânon 401, parágrafo primeiro, do Código de Direito Canônico.
Dom Fernando Guimarães é natural de Recife (PE). Membro da Congregação do Santíssimo Redentor (CSSR), com profissão religiosa em 1969, sendo ordenado sacerdote aos 25 anos. Foi nomeado bispo pelo papa João Paulo II, em 12 de março de 1998. Recebeu a ordenação episcopal no mesmo ano, em Roma, escolhendo como lema “O nosso coração ardia”. É mestre em Filosofia e Direito Canônico pelo Ateneo Romano da Santa Cruz, em Roma. Possui doutorado em Teologia Moral pela Alfonsianum.
Trajetória no episcopado
Em sua caminhada episcopal, dom Fernando já assumiu diferentes funções na atividade pastoral da Igreja no Brasil. Foi membro do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica, presidente da Comissão Episcopal para a implementação do Acordo Brasil-Santa Sé e consultor da Congregação para as Causas dos Santos, na Cúria Romana. Desde 2008, dom Fernando estava como bispo de Garanhuns (PE).
Foto: diocese de Garanhuns (PE).


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Mais um Vídeo da nossa WEB TV SÂO FRANCISCO, pra você refletir um pouco

Dia do Padre

Agradecemos a Deus pela vida e vocação deste grande homem, que se doa sem reservas pela obra de Deus. Sem dúvida nossa paróquia ficou marcada depois de sua presença física e emocionalmente. Não apenas nosso pastor, mas nosso amigo, sempre disposto e envolvido com nossos problemas pessoais, uma grande pai na fé! Cada um de nós aprendeu a conviver com seus defeitos e qualidades, e cada desafio nos apegamos mais... Este blog, como parte da rede São Francisco de comunicação, em nome da PASCOM e de toda a paróquia viemos por meio deste simples vídeo demonstrar a nossa imensa gratidão! Porque na comunidade onde mora o padre, o povo vive mais feliz!

Casa da Criança Fecha as Portas


IRMÃ CASA DA CRIANÇA“Diante dessa dura realidade, depois da amarga e profunda reflexão somos obrigados a comunicar-lhe que a partir de 1º de janeiro de 2015, seremos obrigados a encerrar as atividades da casa da criança”. Este trecho  faz parte da carta assinada pelo Diretor Presidente da APAMI Augusto de Souza Coelho, na ultima sexta, 01, produzindo um pânico  em meio ao  expediente de um dia  comum da população petrolinense ,  solidária e presente  às necessidades das comunidades carentes.
Num ambiente tenso e de comoção,  nossa reportagem durante o programa TRIBUNA DO POVO,   registrou em entrevistas depoimentos de funcionárias que estão há anos testemunhando as “ dificuldades, o empenho voluntário da população, as incertezas em meio notícias de corte com gastos, a falta de apoio de parte da sociedade,  mas  esta casa não vai fechar “, resumiu Luzia de Souza Lima,  uma funcionária da Casa da  Criança, instituição quase cinqüentenária com trabalhos desenvolvidos por ma congregação de religiosas  católicas.
A Instituição é mantida por  contrapartidas da  União, governo de Pernambuco ( muito timidamente) e prefeitura de Petrolina que faz doação da merenda escolar  mensalmente. Esses recursos não vêm acompanhando  a competição dos preços e  a Casa se sente asfixiada pelo desafio orçamentário, realizando cortes aqui e ali, mas  agora cortando na própria carne com a decisão da diretoria em fechar  suas portas. A Casa da Criança ,localizada bem no centro de Petrolina, Avenida Fernando Góes que tem contígua a rua das Laranjeiras, assiste atualmente cerca de 300 crianças de segunda a sexta –feira com expediente integral das   sete (07)  horas da manhã às dezessete (17) horas. A Casa da Criança integra a iniciativa privada, porém , sem  fins lucrativos. A seguir, a carta enviada à Casa da Criança e assinada pelo Diretor Presidente da APAMI Augusto de Souza Coelho.
CARTA APAMIPor Marcelo Damasceno,

Central de Jornalismo da Voz do São Francisco.
Fonte: Site da Rádio a Voz do São Francisco

Breve Histórico da Diocese de Petrolina

Brasão da Diocese

Cada vez mais o povo brasileiro se conscientiza da importância de conhecer a sua história. É sempre maior o número de pessoas que sabe dar importância ao conhecimento das raízes familiares, da terra onde nasceu e da fé que pratica. Este artigo responde, resumidamente, as necessidades de conhecer a história da comunidade cristã católica denominada de DIOCESE DE PETROLINA.
O Catecismo da Igreja Católica define uma diocese como uma comunidade de fiéis cristãos vivendo em comunhão na fé, na prática dos sacramentos, e com um bispo ordenado na sucessão apostólica. A comunidade católica atualmente ligada ao bispo de Petrolina pertenceu primeiramente à diocese de Olinda e Recife. No início do século XX foi incorporada à cidade de Floresta e depois a Pesqueira.
A comunidade diocesana de Petrolina está distribuída em uma área que compreende um terço do Estado de Pernambuco. A área é composta pelos seguintes municípios: Afrânio, Araripina, Bodocó, Cedro, Dormentes, Exu, Granito, Ipubi, Lagoa Grande, Moreilândia, Ouricuri, Parnamirim, Petrolina, Salgueiro, Santa Cruz, Santa Filomena, Santa Maria da Boa Vista, Serrita, Terra Nova, Trindade, Verdejante.
O presente texto foi publicado como artigo de jornal da Pastoral Familiar de Petrolina. Aqui fizemos algumas atualizações sempre com a intenção de oferecer uma visão geral da vida da comunidade católica diocesana que é atualmente pastoreada por D. Paulo Cardoso.
Para alcançar tal objetivo apresentamos algumas notícias de acontecimentos ocorridos durante a presença de seis pastores diocesanos. Esperamos que este “resumo” possa ajudar o leitor a dar os primeiros passos no conhecimento da ação da comunidade eclesial católica, oficializada como Diocese em 30.11.1923, pelo papa Pio XI.
O leitor poderá aprofundar os conhecimentos, utilizando vários escritos que produzimos nos últimos anos. Tais publicações, também, permitem o leitor conhecer a ação da igreja católica em momentos históricos anteriores à data de criação da Diocese.
A diocese de Petrolina foi criada pelo Papa por solicitação do bispo de Pesqueira, D. José de Oliveira Lopes e divide-se em seis períodos:

I. Período de D. ANTÔNIO MARIA MALAN (1924-1931)
Este primeiro momento é marcado por uma ação de transição de simples freguesia de Pesqueira à nova diocese. Caracteriza esse período a ação destemida do ítalo-francês, D. Malan, que adotou como lema: “Mandou-me evangelizar os pobres”.
A posse de D. Malan aconteceu no dia 15.08.1924. Durante o seu episcopado em Petrolina, ele se esforçou no sentido de dotar a diocese de uma infra-estrutura mínima, requerida por uma diocese, a fim de que pudesse promover sua ação evangelizadora. Este período é, portanto, aquele de organização e estruturação da diocese que recebe: mais força humana – com a vinda de padres religiosos (salesianos) e seminaristas – e mais condições materiais necessárias ao trabalho pastoral; criação de novas paróquias; aquisição de terras; construção de residência episcopal, catedral diocesana, seminário, escolas.
Mesmo sendo Petrolina ainda muito pequena, o espírito visionário de D. Malan levou-o a pensar na construção de igrejas em locais periféricos. Foi assim quando quis construir uma capela no bairro “Atrás da Banca” e outra na área que corresponde, hoje, à extensão do Colégio D. Bosco. As construções só puderam ser realizadas em outro episcopado.
Petrolina foi abençoada por Deus em ter recebido um bispo com a garra de D. Malan: homem sonhador, empreendedor, obstinado, um grande lutador. Esses traços do seu caráter impediram-no de desanimar – como aconteceu com bispos colocados em dioceses circunvizinhas – diante de diocese tão difícil: com uma área territorial gigante, seca e paupérrima; com um pouquíssimo número de sacerdotes; constituída de umas poucas paróquias.
Embora poucas as paróquias – Petrolina, Boa Vista, Cabrobó, Leopoldina [Parnamirim], Serrinha [Serrita], Ouricuri, São Gonçalo [Araripina], Exu e Granito – há enormes dificuldades de comunicação entre elas. As distâncias são grandes; o meio de transporte da época é o cavalo. Numa situação como essa, o bispo usou como meio de comunicação as suas cartas pastorais ou o jornal O Pharol. Esse órgão criado pelo jornalista João F. Gomes recebeu de D. Malan um material trazido da França e se tornou um aliado da diocese, ajudando, assim, o bispo a quebrar as barreiras da incomunicação.
A igreja de D. Malan é ainda aquela esquematizada no Concílio de Trento. Este modelo é profundamente hierarquizado e centralizado, permitindo a participação dos leigos, quase que somente, nas associações: Apostolado da Oração, Filhas de Maria, e em ações de apoio material e logístico ao trabalho evangelizador. O bispo é o príncipe da Igreja.
D. Malan governou a diocese de Petrolina até 28.10.1931 quando faleceu em S. Paulo. Substituiu-o na direção da diocese o Vigário Geral do bispo, o Mons. Ângelo Sampaio que esteve à frente da diocese até 15.11.1933, quando tomou posse o segundo bispo.

II. Período de D. IDÍLIO JOSÉ SOARES (1933-1943)
Com o lema “Santifica-os na Verdade”, assumiu a diocese D. Idílio José Soares em 15.11.1933. Ele era paulista de Campinas e recebeu na cidade o titulo de “bispo dos pobres” pela sua intimidade e amor aos pobres. De fato, nesse período vamos encontrar o bispo diocesano preocupado com a fome e com a saúde de seus diocesanos. Neste sentido são retomadas as obras do hospital – única grande obra realizada neste período – e a fundação de algumas associações voltadas para a assistência aos pobres e à infância carente.
Além disso, há também preocupação com a formação de padres que era ainda em pequeno número. Na linha vocacional, D. Idílio muito investiu – com ajudas arranjadas no sul do país – no Seminário Sagrado Coração, instituição fundada pelo bispo antecessor, de onde saíram vários padres.
A participação leiga em certas ações pastorais ainda era tímida, mas já dava passos no sentido de tornar-se mais efetiva. Esforços neste sentido aconteceram com a implantação da Ação Católica, que ganhará mais força e produzirá grandes resultados no governo de D. Avelar.
No governo de D. Idílio, a comunicação do bispo com os fieis se faz: através de uma espécie de carta pastoral, que era também prestação de contas; por meio do jornal O Pharol e através de um sistema de alto falantes que funcionava na Praça da Bandeira (hoje chamada de Praça do Centenário).
O governo de D. Idílio é também aquele em que surgem: a “Festa do Vaqueiro”, a semente do Instituto S. José que mais tarde será incrementado pelo bispo seguinte e a reabertura das portas do Ginásio D. Bosco, fechado quando da saída de Pe. Vallarino.
Ao receber a notícia de transferência para a diocese de Campinas, D. Idílio nomeou Vigário Capitular o, também Vigário Geral, Mons. Ângelo Sampaio. A nomeação foi feita aos 29.07.1943. A posse do Monsenhor aconteceu aos 06.09.1943 e ele permaneceu no cargo até 15.12.1946.

III. Período de D. AVELAR BRANDÃO VILELLA (1946-1956)
O caráter discreto, reservado de D. Idílio foi substituído pela elegância principesca, o vigor intelectual e oratório, a simpatia e habilidades diplomáticas do alagoano D. Avelar. O novo pastor tomou posse do governo diocesano em 15.12.1946. Com o lema “Da plenitude de Cristo”, direcionou o seu trabalho no sentido de formar a sociedade – dentro e fora da diocese – para enfrentar o crescente secularismo, individualismo, a ameaça comunista e a crescente mudança de costumes. Para ele a solução desses problemas reside na participação dos leigos organizados em associações como a Ação Católica. Essa é – para o bispo – a plenitude da Igreja, que é a plenitude de Cristo, que é, finalmente, a plenitude do Pai.
O que afirmamos, explica por que há, neste período, uma crescente – e já ensaiada no governo de D. Idílio – participação dos leigos, na vida da Igreja. Na época, os leigos são incentivados a agir, como católicos, nos diversos setores da sociedade. Da mesma forma, são motivados a participar no interior da Igreja onde formam grupos voltados ao crescimento de uma consciência de amor a Deus e à Pátria.
Mas D. Avelar não se preocupa somente com os leigos. Era um homem convencido da importância do clero e de sua colaboração. Por isso, ordenou vários padres e lançou – no terreno da granja Sta. Isabel – a pedra fundamental daquilo que, se tivesse se concretizado, seria o Seminário Diocesano.
O governo de D. Avelar, não se caracteriza como um período de realização de muitas e grandes construções. Esse bispo construiu a praça D. Malan e o Centro Social Pio XI onde funcionavam cursos profissionalizantes, tratamento dentário, clube de mães, lactário, escola primaria e círculo de pais e mestres. Mais ou menos na mesma linha criou a Escola de Economia Domestica; melhorou o instituto S. José. Também arranjou com o governo o chamado Posto de Colonização, inaugurando um período de forte cooperação entre Igreja e o mundo político, que teve o seu auge no governo seguinte. No posto foram feitas experiências pioneiras no campo de irrigação e que estavam ligadas com outra realização, a das semanas Ruralistas.
O grande acontecimento desse período foi à realização do Congresso Eucarístico Diocesano. Outros acontecimentos: as páscoas (por grupos sociais); a visita da imagem peregrina de Fátima; no campo vocacional, ordenou vários padres.
Preocupado em oferecer uma leitura sadia e melhorar a comunicação entre os diocesanos, fundou o grande órgão de comunicação diocesano, da época, o jornal Cristo Rei.
Se D. Malan viajava muito para arranjar recursos para suas construções, D. Avelar viajará muito para fazer palestras sobre assuntos eclesiais. A presença dele em outras localidades nordestinas abriu as portas para o futuro cardinalato.
D. Avelar deixou Petrolina em fevereiro de 1957.

IV. Período de D. ANTÔNIO CAMPELO DE ARAGÃO (1957-1975)
Adotando o lema “Tudo farei pelos eleitos”, tomou posse em 24.02.1957 o quarto bispo diocesano, Antônio Campelo de Aragão. “Dom Campelo” como era chamado, era pernambucano de Garanhuns, homem simples, mas do porte principesco. Possuía uma voz de trovão; era dono de um discurso bombástico. Homem de índole sonhadora e empreendedora reintroduziu na diocese o estilo salesiano. Por isto, com ele, reaparecem as grandes construções, os grandes projetos. No seu governo serão realizadas muitas obras, algumas voltadas às necessidades mais diretas da evangelização, outras com preocupação social nos diversos campos da vida humana (educação, saúde, irrigação, profissionalização, habitação, comunicação social).
Pedinchão como D.Malan, ele sabia arranjar verbas com os representantes do governo local, estadual e federal, para construir obras a favor da população de toda a sua diocese. Assim, Petrolina que até então tinha sido sempre a única cidade diretamente beneficiada com o trabalho dos bispos, teve que aprender que o bispo diocesano não é uma propriedade única sua.
De fato, D. Campelo passou parte do seu tempo viajando pelo interior da diocese, descentralizando, assim, o trabalho pastoral do bispo. Se D. Malan, construiu a Catedral, foi D. Campelo que conquistou, para a diocese, esse grande, popular e, por enquanto imprescindível púlpito da era moderna: a Emissora Rural a voz do S. Francisco.
No campo vocacional, D. Campelo, em tempos difíceis e - segundo suas próprias palavras -“desadorados”, reabriu o seminário local; iniciou a construção de um prédio para o funcionamento do seminário; criou no palácio diocesano um grupo de seminaristas menores; enviou seminaristas para seminários menores, existentes em outras dioceses; formou padres que deram uma contribuição inestimável à diocese e à sociedade sertaneja e brasileira.
Também trabalhou no sentido de incentivar as vocações femininas. Para isso, concentrou-se na criação de uma congregação religiosa: As Mensageiras de Santa Maria e, mais tarde, as Medianeiras da Paz.
D. Campelo foi ainda o bispo que governou a Igreja de Petrolina num período de importante transição na vida eclesial. Ele, com formação tridentina, teve que saber escolher uma nova visão da Igreja proclamada pelo Concilio Vaticano II. Sofreu, vendo cair um estilo de Igreja que estava acostumado, mas, por outro lado, soube acolher com tolerância muitas dessas mudanças. Entre elas, lembramos a participação mais efetiva do leigo na Igreja, participação já, em graus menores, ensaiada no governo dos bispos predecessores.
De fato, foi durante o pastoreio de D. Campelo que surgiu o Secretariado de Pastoral que passou a reunir, organizar, planejar e avaliar a ação de muitos grupos pastorais criados na época e sob incentivo do próprio secretario: grupos de jovens, cursilhistas, semanas e cursos bíblicos, estudos catequéticos, etc.
O trabalhador rural, também ganhou com a presença de D. Campelo. Foi com a ajuda da diocese que os camponeses começaram a se articular, a aprender os seus direitos, a mostrar a cara na cidade, através dos famosos desfiles das Legiões Agrárias. Foi o trabalho do bispo, através dos seus colaboradores, que organizou o Sindicato dos Trabalhadores, cedendo inclusive em espaço para funcionar, até terem a própria sede.
Em missa e fazendo um discurso emocionado D. Campelo despediu-se da diocese. Para dirigir a diocese até a chegada de um novo bispo, o Conselho Presbiteral escolheu como Vigário Capitular, isto é, vigário encarregado de governar interinamente a diocese o Pe. Gonçalo Pereira Lima. A nomeação aconteceu no dia 25.02. 1975 e ele coordenou a Diocese até a posse do novo bispo.
V. Período de D. GERARDO ANDRADE PONTE (1975-1985)
Com o lema “Que eu faça tudo pelo evangelho”, assumiu o governo diocesano o cearense de Fortaleza, Mons. Gerardo Andrade Ponte. Durante o seu episcopado, a diocese viveu um momento, até então, e em certo sentido, único na sua historia. Pela primeira vez, um bispo diocesano deixa de ser considerado um príncipe para aparecer apenas como pastor. Em completo acordo com as orientações da CNBB, o bispo procura fazer do espaço diocesano o lugar das Comunidades de Base e de uma ponderada denúncia profética. Nesse sentido, e num esforço moderado, são mobilizadas todas as forças diocesanas, de modo especial a Pastoral Rural. Essa, com o auxilio financeiro da Alemanha, foi criada, no interior da Diocese, uma grande rede de comunidades rurais. Ali os trabalhadores rurais aprendem a viver a fé, mas também a discutir os problemas ligados à vida do homem do campo e a lutar contra os inimigos concretos que os impedem de crescer: os atravessadores, a seca, certa cultura, a falta de condições financeiras, o isolamento.
Nesse período histórico diocesano, muito daquilo que a Igreja havia construído no passado, assume, na diocese e, de certo modo, em toda a América Latina, um aspecto bastante particular: à mentalidade da ajuda, puramente assistencial aos pobres, se sobrepõe aquela de oferecer-lhe possibilidades capazes de desenvolver as capacidades que o tornem sujeito, agente ativo da luta contra as causas da pobreza. Este é, por exemplo, o caso das obras desenvolvidas no interior da diocese (construção de mini-indústrias comunitárias), ou na cidade (apoio aos favelados do José e Maria e construção de 50 quartos para a população carente) que são acompanhados de um trabalho de conscientização e de organização comunitária; recomeço do trabalho vocacional; após um hiato de quinze anos, são ordenados novos padres; acontece um grande investimento na participação de leigos que, são muitos, e – continuando a tendência de crescimento começado em períodos anteriores – ocupam espaços sempre maiores e agora, muitos são liberados, ganhando tempo pleno para realizar os trabalhos pastorais.
Para D. Gerardo, o trabalho do leigo é importante, mas a colaboração dos padres é imprescindível. Por isso, ordenou vários padres, trouxe outros de fora e do exterior; também deixou construído um complexo de prédios que – no atual episcopado – foi alvo de reformas, recebeu o acréscimo de um pavilhão e passou a se chamar de Seminário S. José.
Além dos padres, tiveram atuação de vigários: os irmãos de Sta. Cruz, Edwim Nix e Noberto Lengrich (na Igreja de Areia Branca e, depois, na Vila Eduardo), a irmã Lucila, das irmãzinhas da Imaculada Conceição (na Igreja do Ouro Preto), as Irmãs Carmelitas de Vedruna, - Maria Del Socorro Millar, Luiza Cassiolato e Idalina Barion – em Exu e depois em Trindade.
Alguns realizaram um trabalho de destaque, sobretudo na área rural da diocese. Entre outros é preciso lembrar: Abdalaziz de Moura, Conceição Moura, Afonso Gossen e Gertrudes.
Outra preocupação foi à sustentação do clero e da sua formação. Isso levou o bispo a reorganizar o patrimônio existente, vendendo certas posses da diocese para construir obras que pudessem gerar rendas. Desse esforço, surgiram os edifícios João Paulo I e João Paulo II.
Quanto à pastoral, volta-se para o campo social e se torna um elemento de fomentação da organização popular, introduzindo pioneiramente na região um novo modo de se organizar e de reivindicar.
Para acompanhar o crescimento desenfreado da cidade, motivou e apoiou a construção de igrejas e/ou salões comunitários nos bairros da periferia petrolinense. Assim surgiram as igrejas e salões da Areia Branca (com residência), Vila Eduardo (com residência), José e Maria (com residência), D. Malan, Ouro Preto (com residência), Jardim Amazonas (com residência), Quilometro Dois e, também Lagoa Grande.
Em dezembro de 1986, D. Gerardo foi transferido para a diocese de Patos, na Paraíba. Ficou, no entanto, governando a diocese de Petrolina – como Administrador Apostólico – até a chegada de D. Paulo Cardoso, que é hoje o 6º Bispo Diocesano.

VI. Período de D. PAULO CARDOSO DA SILVA (1985)
Desde 01.05.1985, assume o governo diocesano o frade carmelita Paulo Cardoso da Silva. Tendo como base o lema “Evangelizar os pobres”, a ação pastoral desse bispo tem se pautado numa linha missionária e vocacional. O primeiro aspecto concretiza-se através de uma constante conscientização da dimensão missionária da evangelização cristã. Isto tem acontecido através da ação de grupos missionários que se organizam em níveis comunitários, paroquiais e diocesanos; realização de vários eventos missionários (visitas missionárias do bispo às paroquiais, romarias); criação de espaços apropriados às realizações missionárias (criação do Santuário da Venerada Santa Cruz); promoção de eventos missionários especiais (visita romeira ao Juazeiro do Pe. Cícero, visitas do frei Damião, em 1990 e 1994); realização de eventos com temática vocacional e missionária (“Fest Missio”, shows, exposições, palestras).
A segunda grande opção – a vocacional – tem se traduzido num esforço constante de levar os batizados a refletirem sobre a própria vocação e a assumirem esta dimensão da fé, inclusive como religioso ou presbítero (padre). Para isto tem havido um esforço de criar grupos vocacionais nas paróquias e na diocese. O resultado do conjunto de esforços tem sido o de um substancial aumento de vocações especiais, numa região historicamente sempre muito carente de sacerdotes e de religiosos.
A preocupação com o aumento de vocações sacerdotais foi sempre uma preocupação dos bispos petrolinenses. No entanto, o esforço feito nos últimos anos ampliou sensivelmente o número de padres. Atualmente o clero diocesano é formado por mais de cinqüenta padres contando com diocesanos e não diocesanos. Só de padres para a diocese foram ordenados, a partir de 1985, o número de 26, uma quantia jamais atingida anteriormente.
O crescimento no número de padres significou também um aumento no número de comunidades eclesiais atendidas. Isto quer dizer que, atualmente, fieis de várias partes da diocese contam – mais do que antes – com a presença de padres para animarem e coordenarem as comunidades na sua vivência da fé, na ação pastoral evangelizadora e para realizar os sacramentos (batismo, eucaristia, unção dos enfermos).
. A formação de um maior número de padres também foi facilitada pela criação de certa estrutura material e humana. Neste sentido foi ampliado e melhorado o prédio construído na época de D. Gerardo. O seminário passou a ser chamado de Seminário S. José e atualmente está sendo dirigido pelo Mons. Antonio Malan de Carvalho.
No Seminário, jovens provenientes de diversas regiões – sobretudo da diocese – recebem um ensino básico (Propedêutico) e em seguida cursam três anos de filosofia. A formação filosófica é ministrada por professores leigos e padres. Alguns dos padres receberam formação em institutos eclesiásticos brasileiros (Juiz de Fora – MG), outros foram capacitados nas mais importantes universidades eclesiásticas da Europa: a Pontifícia Universidade Gregoriana, Pontifícia Universidade Salesiana e a Pontifícia Universidade Maria Mater Ecclesiae.
Os mesmos professores ministram disciplinas também no Instituto de Teologia da Diocese de Petrolina. O instituto foi criado em 02.08.2005 e tem como objetivo de permitir aos leigos e religiosos o aprofundamento da fé. Atualmente o instituto conta com alunos também da diocese de Juazeiro e Bonfim.
Desde que D. Paulo assumiu a direção da Diocese, diversas congregações religiosas, masculinas e femininas, se somaram àquelas já existentes, isto é, às instituições femininas (irmãs Salesianas [no Colégio Maria Auxiliadora], Medianeiras da Paz [Centro Social Pó XI], Irmãzinhas da Imaculada Conceição [bairro Ouro Preto – Petrolina], Mensageiras de Santa Maria (Araripina), Carmelita da Caridade [Salgueiro]), Companhia das Filhas de Caridade (Casa da Criança) e masculinas (Frades Menores Capuchinhos (Ouricuri-Pe), Servos da Caridade (Salgueiro)).
As instituições incorporadas no presente governo diocesano foram: frades Carmelitas (Petrolina), Dominicanas de Santa Catarina de Sena (no Centro de Treinamento Diocesano), Carmelitas de Santa Terezinha (Santa Maria da Boa Vista), Carmelitas da Divina Providencia (bairro José e Maria – Petrolina), Servas da Caridade da Divina Providência (Serrita), Santa Maria da Providência (Serrita).
Ainda no presente episcopado continua a preocupação em dotar novos bairros de igrejas e /ou salões comunitários. Isso tem acontecido em toda a diocese, através da administração direta dos vigários. São várias as obras em construção ou já concluídas.
No campo das comunicações sociais foram feitos sucessivos investimentos na Emissora Rural dirigida no atual governo por vários diretores: Pe. Gonçalo P. Lima (Vigário Geral da Diocese no período), Pe. Pedro Paulo Tormena, Joaquim Florêncio Coelho (1991-1993), Pe. Domingos Viana Torres, Pe. Francisco Xavier (Bianchi) e, actualmente por Daniel Campos. Nesse Período, como nos anteriores, a Emissora teve constante renovação da aparelhagem, ampliadas as instalações (construção do Estúdio Panorâmico, Capela de S. Judas Tadeu); formação de um grupo de apoio financeiro, o Clube dos Ouvintes. Por trás desses avanços tem estado à preocupação de manter sempre moderno este resistente e poderoso meio de comunicação popular que é o rádio. A Emissora Rural tem exercido, historicamente, um papel importante na evangelização e no progresso da região do sertão de Pernambuco e até de outros Estados.
Falando em comunicação, não podemos deixar de lembrar a presença de vários programas radiofônicos de cunho evangelizador. Entre estes se destaca a comunicação diária, do bispo, com os diocesanos por meio do programa antes intitulado “Palavra de Vida, Palavra da Bíblia” e, atualmente, denominado “Anunciando Jesus, o Cristo Senhor”. Em outros níveis o bispo se comunica por meio de cartas. É, portanto, por meio desse meio simples e clássico de comunicar-se – a carta – que os colaboradores mais diretos do bispo (padres, freiras, leigos) têm acesso a uma decisão, programação, ou o modo de pensar do pastor.
Na mesma área da comunicação insere-se – ainda – a abertura da Livraria S. Paulo. Atualmente está em andamento a instalação da antena da Rede Vida, tornando mais acessível o sinal desse importante canal de televisão católico.
No que diz respeito à educação, D. Paulo, através da Prof. Terezinha Teixeira Coelho, tem potencializado o Colégio D. Bosco; mantendo-o, como sempre, na vanguarda da educação. Para tanto, além de outras ações, foram construídos vários pavilhões, criado o memorial D. Bosco, o setor de educação informática, a piscina olímpica Pe. José de Castro Filho, o laboratório Mons. Gonçalo P. Lima.
Com a preocupação de criar espaços para encontros estão sendo construídas, além da citada Casas dos Romeiros, de Santa Cruz da Venerada, um grande centro de encontros em Petrolina. Este centro soma-se a um menor – construído durante o governo de D. Gerardo – na propriedade chamada de “Pedra do Bode”. Logo no início do episcopado de D. Paulo na diocese de Petrolina, foi adquirido um complexo de prédio, em Salgueiro, chamado de CEPAMA.
No final de 2007 foi criado um escritório voltado para os assuntos administrativos. O escritório funciona numa dependência do Palácio Diocesano que foi inteiramente reformada e mobiliada para servir de centro administrativo diocesano. O centro é atualmente dirigido pelo Pe. Francisco Ferreira.
No campo social continuam os trabalhos, quase corriqueiros, realizados pelas várias pastorais e movimentos (Legião de Maria, Vicentinos, Renovação Carismática Católica, Pastoral de Saúde) em toda a diocese, visitando os doentes, distribuindo alimentos e roupas, cuidando das crianças, etc. Entre os trabalhos mais específicos e surgidos durante o atual governo estão os serviços da Pastoral da Criança (em união com a CNBB) e a pastoral social que se esforça no sentido de organizar melhor e de, inclusive, realizar o protesto anual – ainda muito tímido – denominado “Grito dos Excluídos”.
De mais especifico, no campo social, podemos citar: a fundação de creches, em cidades pequenas (Santa Cruz da Venerada, Dormentes, Lagoa de Fora e bairro S. Gonçalo [Petrolina]) com a ajuda de fiéis alemães; a construção, com a participação da Pastoral Familiar, da “Casa de Passagem Bom Samaritano” (destinada aos viajantes pobres que passam por Petrolina); o trabalho desenvolvido pelos servos da Caridade, em Salgueiro, isto é, pastoral do menor deficiente (PROAC – Projeto de Assistência à Criança e ao Adolescente), Creche N.Sra. Perpétuo Socorro, Abrigo Israel (casa de passagem), Lar S. Vicente, Projeto Ana Ataíde (acolhida a crianças rejeitadas pelas famílias), lactário (com leite de soja produzido por vaca mecânica), profissionalização de menores, construção de açudes e cisternas na zona rural; continuam as realizações sociais promovidas pela irmãs salesianas, em Petrolina e com o apoio de muitos, através do PETRAPE (instituição fruto do trabalho da Irmã Dourado) e do CEMAM, instituições voltadas para a promoção de menores.
Um evento de destaque foi à realização do COMIPE (Congresso Missionário de Petrolina). Realizado em outubro de 1995. Este congresso contou com a presença do núncio apostólico da época (Alfio Aradizzarda) e dos cardeais D. Lucas Moreira Neves (da Bahia) e D. Ivo Lorscheider (de Aparecida – São Paulo). Este ultimo aproveitou a oportunidade, para presentear a diocese de Petrolina com uma imagem de N. sra. Aparecida, trazida do Santuário Nacional de Aparecida, em S. Paulo.
Além do Núncio Apostólico e dos cardeais, participaram do COMIPA os bispos da região Nordeste II. Eles aproveitaram a oportunidade para realizar em Petrolina o seu encontro anual.
Um memorial à realização do COMIPA foi à construção de uma cruz em cimento armado, ao lado da Catedral. A cruz se somou ao conjunto formado pela Catedral e a Concha Acústica no centro da cidade de Petrolina.
Uma novidade no atual governo diocesano foi o crescimento da espiritualidade carismática católica. Acompanhando uma tendência nacional, este modo de vivenciar a fé instalou-se em toda a diocese e hoje conta com um grandioso número de participantes. Além de enfatizar uma experiência de fé – em alguns sentidos – bastante próxima às exigências do chamado pós-modernismo, os carismáticos desenvolvem também ações sociais de tipo assistencial aos mais pobres. Os carismáticos constituem atualmente uma força expressiva na ação evangelizadora diocesana.
Um grande esforço também tem sido feito na produção de uma história diocesana. Ciente da necessidade dos fiéis e da população em geral conhecer a caminhada da igreja no território diocesano, o bispo tem incentivado a pesquisa e a escrita da história. São já vários os frutos nesse sentido e os diocesanos já podem contar com a motivação que somente uma leitura crítica da história pode dar.
Desde 2006 a comunidade diocesana está vivenciando um clima especial de missão com a realização das Missões Populares. De uma ponta a outra do território diocesano acontecem retiros, encontros e movimentos missionários como sinal do esforço de melhor vivenciar o chamado de Cristo para construir o Reino de Deus.
D. Paulo teve três Vigários Gerais: o Mons. Gonçalo Pereira Lima, o mons. Beranrdino Padilha da Luz. O atual é o Mons. Antônio Malan de Carvalho que é reitor do Seminário S. José e compositor de música religiosa.

Festa de Nossa Senhora Rainha dos Anjos.

Todos os preparativos para a festa de nossa Senhora Rainha dos Anjos, padroeira da diocese de Petrolina, já estão prontos!
O Novenário da padroeira terá início na próxima quarta-feira, 06 e vai até o dia 14, com a XII Quermesse “Maria entre nós”, no final da celebração.
Dia 15/08, será o dia festivo em ação de graças à padroeira que este ano celebra com o tema: Exultemos de alegria no senhor, pela santidade de Maria, “luminoso exemplo de perfeita fidelidade à graça!”. De acordo com Batista Cavalcanti é esperado para este ano, um público de aproximadamente 60 mil pessoas na procissão de encerramento da festa.
A Festa celebra o dogma da assunção de Maria, aquela que foi elevada de corpo e alma até a glória dos céus.

LEMBRANDO A TODOS DA PARÓQUIA S. FRANCISCO QUE A NOSSA NOITE É NO DIA 08 DE AGOSTO ( SEXTA-FEIRA), CADA COMUNIDADE DEVE PROVIDENCIAR TRANSPORTE PARA O POVO.
 


Padre Humberto toma posse, agora oficialmente é o novo Paroco da Paroquia São Gonçalo.

A Paroquia São Gonçalo acolheu com muito carinho o Padre Humberto, que é o novo Pároco da Paroquia. Na noite deste sábado(02), aconteceu a Missa Solene de posse, que foi realizada na comunidade de São Gonçalo I, Igreja Nossa Senhora do Rosário. Celebração que foi presidida pelo Bispo de Petrolina, Dom Manoel, que deu plenos poderes ao Padre Humberto em guiar o seu novo rebanho, a partir daquele momento solene.
Os membros da Paroquia São Gonçalo, acolheram com muito carinho, em seu discurso o Padre Humberto, fez o seu agradecimento ao Padre Luis Angelo, que lhe antecedeu e comprometeu-se em realizar mudanças onde fosse necessário para o crescimento dos membros, acrescentou um frase que dizia: “Desapareço do seminário, para aparecer para vós”...

O Padre Humberto, era reitor do seminário São José em Petrolina, e de lá saiu para ser o novo Pároco da Paróquia São Gonçalo.
A coordenadora do Conselho Paroquial Socorro Ferreira, leu uma mensagem de boas-vindas ao Pe. Humberto, o novo pastor.
De forma carinhosa a toda a Paroquia fez si presente para dar boas vindas ao novo pastor nosso querido Padre Humberto, que agora tem a missão de continuar a missão de Jesus Cristo, nesta Paroquia.
PASCOM - Paroquia São Gonçalo 

Fonte: Blog da Paróquia São Gonçalo

Padre Porfírio emite carta convite aos coordenador...



“Todos os dízimos do campo, seja produto da terra, seja fruto das árvores, pertencem a Javé é consagrado” (Lv 27,30).
CARTA CONVITE:
Aos coordenadores Paroquiais da Pastoral do Dízimo.
Venho através do presente, comunicar e solicitar o envio de dois coordenadores da Pastoral do Dízimo de sua Paróquia. Quero lembrar que o encontro é em nível de Diocese com as duas pessoas que fazem articulação dos trabalhos da Pastoral do dízimo em toda sua Paróquia. Nos dias 09 e 10 de Agosto 2014. Local: Pedra do Bode – Petrolina –PE. Tendo início no Sábado às 14h00 e termina no Domingo às 13h00 - (sendo que no sábado vamos trabalhar até às 22h30).
Objetivos:
a) – Estudo sobre a Pastoral do Dízimo, o que é dízimo? Fundamentação: Antigo e Novo Testamento. História da Igreja.
b) – Estudo de um modelo como fazer um encontro da Pastoral do dízimo para motivar e refletir a situação atual na sua Paróquia, comunidade e retrato da Diocese. (motivação teológica, Bíblica, Eclesial, Pastoral).
c) Organização: Equipes: Diocesana, Foranias, Paroquiais, setoriais, Comunidades e Zeladores. (articulação).
d) – Cada Paróquia trazer um relatório da situação atual da Pastoral do dízimo,
Abordando as realidades das suas comunidades. (positivas, Negativas e sugestões).

Obs.: Taxa por Paróquia ou Área Pastoral de R$ 60,00 (Sessenta reais). Incluso hospedagem, alimentação e materiais.
Deixar inscrição e taxa na Portaria do Palácio com Dona Rita.

Santa Cruz-PE. 31 de Julho de 2014.
Abraço Fraterno em Cristo e Maria.

Padre José Porfírio Ribeiro
Pela Coordenação Diocesana.
Telefones: (87) 9634-8912
(87) 3874-8008